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Os riscos do funcionário sem registro

Os riscos do funcionário sem registro

Entenda os principais riscos no processo de manter colaboradores sem registro atuando na empresa

Primeiro Risco:

A empresa pode ser fiscalizada pelo MTE e caso isso ocorra, além de multas e outras sanções administrativas, a empresa será obrigada a contratar e pagar todos os valores ao colaborador o que gera um grande gasto financeiro de uma única vez.

Estamos falando de todo um período de pagamento atrelado aos impostos (salários, variáveis, FGTS, INSS, 13°, férias) , o que pode representar um valor muito fora da realidade de pequenas e micro empresas.

Segundo risco:

O segundo risco tem custos invisíveis e que não são fáceis de calcular, que por vezes é ignorado pois muitas pessoas desacreditam deste risco, até que sejam surpreendidas.

Estamos falando da queda da satisfação, o que gera direta e indiretamente queda de produtividade e muitos outros prejuízos na execução das tarefas que o colaborador desempenha. Esse fato pode contribuir com uma alta rotatividade e até absenteísmo na empresa.

Terceiro risco:

É o mais comum e conhecido. O ingresso de um ex-funcionário na justiça. Ocorre quando um colaborador desligado intervém por meios legais, exigindo seus direitos através de um processo judicial.

Neste caso, a empresa deverá realizar o recolhimento dos tributos, pagamentos, custos advocatícios e outros. Sem contar que indiretamente, isso corrobora com o desgaste do nome e da imagem pública da empresa.

Quarto risco:

Muito comum também, seria o funcionário sofrer alguma espécie de afastamento, seja um acidente de trabalho, doença, gravidez, enfim, qualquer situação que impeça ele de trabalhar por algum período e ele tiver que ficar em casa.

Neste caso será exigida, além do pagamento durante afastamento, a estabilidade devida da situação. E como não há o registro que permita o colaborador ser segurado pelo governo, cabe a empresa tal responsabilidade. Se ele estivesse com a carteira assinada, ele estaria coberto pelo INSS.

Quinto risco:

E se ocorrer um acidente de trabalho que resulte em invalidez permanente? O colaborador ficará desamparado, sem possibilidade de renda, não poderá recorrer aos seus direitos básicos no INSS e nem trabalhar o resto da vida devido ao acidente. Por meios legais, a empresa deverá pagar a indenização e os direitos previstos pelo período trabalhado, além de demais verbas estabelecidas pela justiça.

Muitas vezes, esses riscos podem ocorrer por falta de conhecimentos específicos e nesse cenário, um profissional capacitado pode exercer um papel de extrema importância, melhorando a qualidade do processo e diminuindo as chances de problemas futuros.

Estamos com o eSocial vigente, onde tudo é feito por meio de registros eletrônicos, e de forma prévia. Então, observe, se atualize e cumpra sempre os prazos em relação à admissão. Registre seu funcionário, realize os devidos exames, mantenha os EPIs em dia, sempre.

Fonte: Contábeis


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